O mercado já emite receita bem. O que não existe é um motor que mede a prova do caso contra os critérios que decidem hoje — antes de gerar o documento — e diz ao médico o que ainda falta provar.
No ar em med.lsc-lab.com, em modo demonstração. Sem certificado ICP-Brasil configurado, todo documento sai carimbado RASCUNHO — SEM VALIDADE LEGAL, e a marca fica dentro do conteúdo selado: removê-la quebra a verificação. Não existe opção para desligar esse carimbo, e isso é intencional.
Como usar — 3 min 55. Percorre o app inteiro, legendado, sem locução. Gravado a partir do app de verdade por um roteiro versionado, então é regravado a cada mudança em vez de envelhecer calado mostrando a tela de antes.
A ADI 7.265 (18/09/2025) devolveu o rol da ANS à condição de taxativo mitigado: cobertura fora do rol depende do preenchimento cumulativo destes cinco. O app mede cada um contra a prova anexada e devolve uma nota — quando o fundamento não prospera, ele diz o que falta em vez de gerar a peça assim mesmo.
Prescrição por médico ou odontólogo assistente habilitado.
Ausência de negativa expressa da ANS, ou de pendência de análise em proposta de atualização do rol.
Inexistência de alternativa terapêutica adequada já prevista no rol.
Comprovação de eficácia e segurança à luz da medicina baseada em evidências.
Existência de registro na Anvisa.
Quatorze telas, agrupadas como o médico trabalha — não como o sistema foi construído.
O paciente chega, a consulta é gravada com o consentimento dele, e o app transcreve, separa o que foi dito, cruza com os exames anexados e monta a pauta: tudo o que ele faria, pronto para conferência. Nada é emitido. A autonomia vale para preparar; quem assina é o médico, porque o documento sai com o CRM dele.
A transcrição roda na própria máquina do consultório. Voz de paciente é dado sensível de saúde (LGPD, art. 5º, II) e ainda carrega biometria vocal — mandar para um provedor de fora seria a opção mais cômoda e a mais cara de desfazer.
O resultado não é um resumo. É uma lista em que cada linha traz o trecho literal e o instante do áudio — clicar no tempo posiciona a gravação ali. Conferir custa um clique, e é isso que faz a conferência virar coisa que se faz, e não que se pretende.
Item nasce pendente. Só o que o médico confirma entra no registro e conta na força da prova — sugestão não prova nada.
O modelo devolve a citação; quem calcula o instante é o app, procurando aquela frase na transcrição. Frase que não é encontrada não vira item — é descartada, e a tela diz quantas foram. É assim que a invenção de um modelo vira erro mecanicamente detectável em vez de sintoma inventado no prontuário.
O erro que isso pega na prática é o mais caro que um resumo automático comete: virar afirmação o que foi pergunta. O médico pergunta “ele toma risperidona?”, a mãe responde que não — e o resumo registra a medicação em uso.
Requisito confirmado na entrevista sai da lista sozinho. Não porque alguém marcou uma caixa: porque existe a fala confirmada que o sustenta.
Um botão em toda tela. Segure, diga “atestado de cinco dias”, e a tela abre com o formulário preenchido. O microfone é o do aparelho e a transcrição é a mesma daqui — a API de voz do navegador não é usada, porque ela manda o áudio ao fabricante.
O comando preenche e mostra; nunca emite. Reconhecimento de fala erra, e “cinco” e “quinze” estão a uma sílaba de distância.
Emitido, o texto é congelado: nada é reescrito depois. Correção vira documento novo apontando para o anterior — é assim que documento médico funciona, não se rasura, se retifica.
Derivado do número, nunca digitado duas vezes — divergência entre algarismo e extenso é o que invalida atestado.
Só é impresso com autorização expressa. E o texto não afirma autorização que ninguém deu.
Documento com [PREENCHER] não é selado. Publicar texto incompleto é afirmar validade sobre o que não existe.
Prazo descumprido pela operadora é fundamento autônomo: procede mesmo que o mérito clínico venha a ser discutido. Já o prazo do próprio assistente, se perdido, é risco — e o app mostra os dois de formas diferentes, porque confundi-los faria o erro do médico virar argumento a favor dele.
| Norma | O que ela conta | Prazos |
|---|---|---|
| RN 259/2011Prazos máximos de atendimento | Do pedido até o atendimento, por tipo de consulta ou procedimentoUrgência não tem prazo a correr: é imediato | 9 |
| RN 623/2024Negativa por escrito e recurso | Negativa fundamentada em 48h, automática — independe de o beneficiário pedirRecurso administrativo eletivo em 10 dias úteis | 3 |
| RN 424/2017Junta médica | Parecer do desempatador em 7 dias úteis, 48h em urgênciaE 2 dias úteis para o assistente manter a indicação — o único que corre contra ele | 4 |
| NIP / ANSIntermediação preliminar | Contado do registro da NIP, não da negativaDemanda assistencial: 5 dias úteis | 2 |
Toda norma carrega status, data de verificação e link. O que não foi confirmado em fonte primária o motor não usa — e o que foi revogado ele bloqueia, explicando o porquê.
9
Usadas como fundamento pelo motor.
3
Interpretação conforme, em transição, ou pendente de confirmação em fonte primária.
1
Súmula 102 do TJSP, revogada em 10/09/2025.
A Súmula 102 circula em milhares de petições, blogs e modelos de relatório, e é sugerida com frequência por IAs generalistas. Citá-la hoje entrega ao jurídico da operadora a prova de que a peça está desatualizada. O Atlas Med bloqueia essa citação e explica o porquê — é exatamente para isso que a base tem status.
A Resolução CFM 2.454/2026 entrou como portão, não como aviso de rodapé: sem supervisão humana registrada, não há emissão. São nove usos de IA declarados, cada um com risco e exigência própria.
4
Apoio diagnóstico, redação do relatório, alertas de prescrição e leitura de exame. Revisão obrigatória e aviso ao paciente.
4
Leitura da negativa, recurso administrativo, conferência do atestado e resumo de evolução.
1
Leitura do demonstrativo de glosa — documento financeiro, sem dado sensível no prompt.
Laudo de imagem não se cola. O que o radiologista entrega é PDF ou DICOM — e transcrever é onde some a medida, o comparativo com o exame anterior e a assinatura de quem laudou.
PDF JPG PNG WEBP TIFF DICOM ZIP
Até 120 MB por arquivo — estudo DICOM completo vem zipado, porque é uma série e não um arquivo. Executável e script ficam de fora, e nada é aberto pelo servidor.
Cada documento emitido aponta para o selo do anterior. Conferir um a um responde "este texto é o que foi selado?" — e isso não basta: sem checar o encadeamento, apagar um documento do meio do histórico não deixaria marca nenhuma.
| Veredito | O que aconteceu | |
|---|---|---|
| Íntegra | Cada documento confere com o próprio selo e com o elo anterior. | esperado |
| Adulterado | O conteúdo mudou depois de selado. É fraude ou corrupção de dado. | grave |
| Elo quebrado | Texto íntegro, mas aponta para um selo que não é o do anterior — sinal típico de registro removido entre dois. | grave |
| Não verificável | Sem o segredo de integridade, nada pode ser afirmado. Dizer "não sei" em vez de "está tudo bem". | honesto |
Não existe base pública de motivo → argumento → via → resultado no Brasil. Sem registrar o desfecho, cada caso é só um documento gerado. Com ele, vira exemplo rotulado — e é a única coisa aqui que não se copia.
Operadora que negou uma vez costuma negar de novo pelo mesmo motivo. O caso anterior, com o desfecho anotado, é a peça mais forte que existe para o próximo — e some quando não é registrado no dia, porque não se reconstrói depois.
Sem rodeio, porque saber o que falta vale mais que a lista do que já existe.
Sem o certificado A1, todo documento sai carimbado RASCUNHO — SEM VALIDADE LEGAL, e não vale perante farmácia, RH, INSS, operadora ou juízo. O app funciona; o que ele emite ainda não serve para apresentar.
O adaptador está escrito e testado, desligado por falta de chave — no dia em que o contrato existir, são duas variáveis. As chaves de produção vêm da parceria; as de teste são públicas na documentação deles.
A RDC 873/2024 exige que receituário eletrônico de controlado saia de serviço de prescrição integrado ao SNCR — e quem se homologa é a plataforma, não cada app que a usa. Ou seja: não é homologação nossa na Anvisa, é confirmar se a Memed já está integrada. Até lá, o app bloqueia controlado, que é o lado seguro.
A entrada é a única do ecossistema — quem entra no os.lsc-lab.com entra aqui. Falta o e-mail real do médico para liberar o acesso dele.